terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

O Vencedor- Atuações brilhantes num clichê filme de boxe

Umas das coisas que a academia mais gosta são filmes de lutadores! Pode ver, a lista de ocorrências é grande: Rocky, O Touro Indomável, Menina de Ouro, Ali, O Lutador, e agora o filme da vez é O Vencedor, que mostra as dificuldades de ser reconhecido como boxeador e os dramas das famílias envolvidas no esporte.

O filme gira em torno de Micky (Mark Walberg), lutador de boxe real, que tenta alavancar a carreira com o seu irmão, Dick (Christian Bale), ex-lutador, como treinador e sua mãe (Melissa Leo) como agente. As coisas não vão muito bem, uma vez que seu irmão é irresponsável e é viciado em crack, trazendo transtornos para toda a família e atrapalhando a carreira de Micky. Ao conhecer Charlene (Amy Adams), Micky passa a ver sua carreira de modo diferente, já que ela o incentiva a se valorizar mais e não deixar a sua família atrapalhá-lo, propondo que ele corte as relações profissionais com os parentes, o que vai trazer ainda mais problemas para Mickey.

Com um estilo meio “falso documentário”, a história é bem desenvolvida embora enjoada em alguns momentos. Como um bom filme de boxe, temos a progressão clichê: o cara só se fode no inicio e no final se levanta vitorioso, dando uma grande lição de moral. Incrível como isso ainda funciona tão bem, já que ao vermos as lutas ficamos angustiados com o cara levando porrada e vibramos ao ver que ele conseguiu se reerguer e jogar o cara na lona! Acho que essa é a grande graça dos filmes de boxe!

O que realmente impressiona no filme são as atuações assustadoramente naturais! Não conseguimos enxergar na tela Christian Bale, Amy Adams e muito menos Melissa Leo, o que vemos são pessoas reais, pessoas com manias pessoais, esquecendo do que iam falar, errando as vezes, e isso é o ponto máximo de uma boa atuação, naturalidade e espontaneidade de pessoas reais. Essas soberbas atuações, creio eu, levarão os Oscars da noite de coadjuvantes, Christian Bale e Melissa Leo são as minhas apostas até o momento, e acho difícil mudar de opinião. Bale está irreconhecível, seu papel requer uma leveza misturada a uma prepotência que ele soube equilibrar muito bem. Agora, a grande performance do filme é da, até então desconhecida por mim, Melissa Leo que incorpora uma escandalosa mãe de gênio forte, parecendo muito com aquelas que vemos em reallity shows whatever da TV a cabo, uma interpretação realmente impressionante.

Valendo mais pelas atuações do filme, O Vencedor fará presença na noite do Oscar, mas está longe do prêmio principal, o que não significa que não mereça uma olhada. Recomendo para aqueles que gostam de boas atuações, sairão do cinema bem satisfeitos, se sentindo os Vencedores. (É P.A, vc não conseguiu terminar o texto de nenhum jeito melhor né?)

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Cisne Negro- A Dança da Morte com seu lado Negro

Mais uma grande aposta para o Oscar desse ano é o novo filme de Darren Aronofsky, Cisne Negro, que adentra no mundo do balé e principalmente no âmago da alma da bela, para não dizer gostosa, Nina (Natalie Portman) uma bailarina dedicada que consegue o grande papel de Cisne Rainha na nova montagem de O Lago dos Cisnes, tendo seu trabalho dobrado já que interpretará gêmeas antagônicas: a doce e bondosa Cisne Branco, e a pervesa e sexual Cisne Negro. Nina tem todas as características do Cisne Branco, ela é meiga, delicada, amavel, e beira a perfeição, porém seu auto controle é tanto que a impede desenvolver bem o papel de Cisne Negro, cujas características se assemelham mais a sua colega da companhia de balé, Lily (Mila Kunis) que é espontanea, sensual, debochada e até mesmo maliciosa. Com o tempo, Nina mergulha mais no seu papel de forma obcecada, passando a ter alucinações e entrando em contato com seu lado negro, até a transformação total onde nem ela se reconhecerá mais.

Com um roteiro magnífico, Aronofsky brinca com a mente do telespectador fazendo ele duvidar de tudo até o seu intrigante final, já que nossa protagonista permeia o tempo todo entre o mundo real e seu imaginário pertubado pelo Cisne Negro, fazendo com que entremos em suas alucinações junto com ela, o que é sensacional! O jeito que o diretor aborda o tema de bem e mal é realmente notável, nos faz pensar qual lado que verdadeiramente vale a pena, se é que um dos dois vale a pena, e ainda filosofa sobre o que é perfeição realmente, já que ser bom e correto nos dias de hoje não são o bastante para ser considerado perfeito. Além disso, o filme todo se sobrepõe a história do Lago dos Cisnes, fazendo uma ótima metalinguistica com seus personagens seguindo a ideia que Nina é o Cisne Branco, cuja irmã gêmea Lily, o Cisne Negro, quer roubar o seu lugar na academia e seu principe, o diretor artistico do espetaculo, vivido por Vicent Cassel, e que no final, bem, vocês verão.

Entoando o brilhante roteiro temos duas atrizes que souberam administrar muito bem os seus papéis, traduzindo as caracteristicas de cada cisne (negro e branco) para os seus personagens sem se tornar forçado, mas sim natural. Mila Kunis tem uma sensualidade fora de série, não consigo imaginar outra pessoa no seu papel! O jeito que ela fala, que ela se move, tem uma sensualidade natural, o que a torna ainda mais forte! E Natalie Portman tira o seu fôlego no filme, não tenho nem palavras direito, ela é uma excelente atriz e esse papel caiu como uma luva pra ela! Ela é perfeita, tem um dos rostos mais lindos que eu já vi, e tem uma sensualidade contida que nos faz perder a cabeça! Sua progressão de certinha para maliciosa é muito bem delineada, Natalie a faz com maestria, sem perder o tom, o que com certeza lhe renderá muitos prêmios. Agora impressionante mesmo é ver as duas interagindo entre si, fazendo sair faíscas da tela de tão fortes que eram as cenas, seja cenas de discussão, olhares ou as de pegação (que são as melhores). A cena de sexo entre as duas é muito bem filmada, acelerou meus batimentos cardíacos, e ainda me deixou maluco, porque ela foi feita de tal forma que não sabemos se elas realmente transaram ou foi uma ilusão de Nina que estava na verdade se masturbando, transando consigo mesma! É uma cena para nunca mais se esquecer!

A parte artistica do filme é uma obra prima por si só! Os cenários muito bem feitos acompanham o clima da cena e sempre fazem os contrastes do preto e do branco, o que é brilhante! A fotografia sabe balancear muito bem os momentos claros e negros, e câmera captura com perfeição os movimentos das atrizes, dando o foco certo para o momento certo. O filme ainda conta com uma ótima maquiagem, que ajuda a dar o aspecto certo para as ilusões perturbadoras de Nina.

O legal de Cisne Negro é todo o jogo psicológico que ele cria, nesse ponto Aronofsky acertou em cheio, sabendo expressar muito bem os conflitos de uma mente inquieta de uma suposta bailarina perfeita, que na verdade sofre com a pressão que sempre lhe foi imposta pela mãe e até por si mesma, que a travava muito, a impedia de fazer o que realmente queria, descartando qualquer hipótese de ela tomar alguma atitude por impulso. Quando ela entra em contato com seu lado negro, no caso a sua rival/amante Lily, ela se liberta, se torna agressiva, impulsiva, passa a encarar a vida de frente e se permite ter mais prazeres. Essa transgressão se reflete muito bem no seu psicológico que vira do avesso e é belamente mostrado para nós pelas mãos do gênio Darren Aronofsky.

Cisne Negro é um filme impactante, acho que é essa a palavra que melhor o descreve: impacto. Nós somos completamente envolvidos pela trama, não há um momento sequer que nos desconcentremos dessa história tão densa e fascinante que a cada segundo que passa se torna mais sombria e viceral. Recomendo a todos aqueles com cabeça para pensar e que esteja disposto a enfrentar um thriller diferente que adentrará na sua mente e talvez nunca mais sairá, convidando você para uma dança da morte eterna com o seu lado negro, que talvez você nem conhecesse (sinistro). Recomendo esse filme até para você, machão que não quer ver o filme porque é sobre bailarinas e isso afetará a sua suposta masculinidade, larga de ser viado e assista a essa obra prima moderna do brilhante Darren Aronofsky.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Entrando Numa Fria Maior Ainda com a Família-Tudo que temos é um elenco!

A continuação da divertida série Entrando numa Fria chegou ao cinema fazendo sucesso, chamando o grande público para as salas pela promessa de gargalhadas incessantes com os personagens mais adorados da década. Pena que a promessa não é totalmente comprida.

Mesmo com todo o excelente elenco dos filmes anteriores e o acréscimo de Jessica Alba, Laura Dern e Harvey Keitel, o filme não passa de “legalzinho”, não apresentando nenhuma grande novidade e mantendo mais ou menos a mesma fórmula: maus entendidos que fazem Jack (De Niro) desconfiar da lealdade de Greg (Ben Stiller). Agora com um casal de gêmeos, Greg e Pam (Teri Polo) passam a enfrentar o cotidiano da vida com filhos, tendo três grandes desafios pela frente: matricular os filhos numa boa escola, terminar a construção de sua nova casa a tempo de preparar a festa de aniversário deles lá. Além disso, Jack não está muito bem de saúde, tendo algumas complicações cardíacas e ficando preocupado com a continuidade da perfeição de sua família, passando a procurar algum parente para ser o próximo Poderoso Chefão, e esse parente é justamente Greg, sendo assim, Jack passa a avaliar cada passo do genro para ver se ele é capaz de assumir tamanha responsabilidade. Tudo vai bem até que ele comece a desconfiar que Greg está tendo um caso com sua nova parceira de trabalho (Jessica Alba), colocando Greg mais uma vez por um fio no “circulo de confiança” de Jack. No filme ainda reaparecem os divertidos personagens de Dustin Hoffman, Barbara Streisser e Owen Wilson. Harvey Keitel também aparece como chefe de obras da nova casa de Greg.

Quando eu vi o trailer no cinema, fiquei muito animado com a sequencia, gostei muito dos dois primeiros e sempre achei os personagens muito bem armados, e no trailer tinha várias passagens de Jack aliciando Greg para ser o novo patriarca da família, fazendo várias piadas com Poderoso Chefão e tals, o trocadilho de God Focker me fez rir bastante. Mas o filme em si não faz mais que isso, esperava mais referencias a esses filmes, e até mesmo alguma piada interna entre De Niro e Keitel de Taxi Driver, mas nada, foi um filminho bem água com açúcar mesmo.

O que vale mesmo em Entrando Numa Fria Maior Ainda Com a Família (ou Little Fockers que é bem mais legal) é o elenco de peso! Todos desempenham seus papéis muito bem, e tiram mais gargalhadas pelo jeito de serem do que pelo texto em si. Além dos antagonistas eternos De Niro e Stiller, podemos destacar Dustin Hoffman e Barbara Streisser que são divertidíssimos, a química entre eles é perfeita e suas excentricidades não se excedem a ponto de ficarem surreais, sendo os mais engraçados em cena na minha opinião.

Não é um grande filme de comédia, não é mesmo, mas Little Fockers merece uma olhada num sábado a toa com a galera pelos personagens, por quem tomamos tanta simpatia ao longo da sua evolução. Sem muito mais a acrescentar, me despeço com o seguinte anuncio: não esperem um filme melhor que Entrando numa Fria Maior Ainda.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Indicados ao Oscar 2011

Quando a lista dos indicados ao Oscar desse ano saiu, eu estava em Cabo Frio, curtindo meus ensolarados últimos dias de férias dentro de um apartamento sem internet por causa da porra da minha cirurgia, então por isso não fiz esse post antes. Bem, vou lançar os indicados e fazer comentários a cada categoria, mas não vou dizer minhas apostas ainda porque ainda não vi metade dos filmes indicados. Que a diversão comece:

Melhor Filme

· Cisne Negro

· O Vencedor

· Minhas Mães e Meu Pai

· A Origem

· O Discurso do Rei

· 127 Horas

· A Rede Social

· Toy Story 3

· Bravura Indômita

· Inverno da Alma

Sem muitas surpresas, os indicados são bem fortes, da lista só vi Cisne Negro, A Origem, A Rede Social, Toy Story 3, O Vencedor e Minhas Mães e Meu Pai, mas a julgar pelas premiações passadas e criticas a competição vai ficar mesmo entre A Origem, O Discurso do Rei, A Rede Social e Toy Story 3. Incluí a animação nessa batalha pelo que todos estão falando, e é verdade, nenhum filme mexeu tanto com a platéia e foi tão bem feito quanto Toy Story 3. Se é para termos um primeiro filme de animação ganhando Oscar de melhor filme, que seja Toy Story 3, a academia não estaria cometendo nenhuma injustiça e a noite terminaria bem, mas vou avisando que isso será bem difícil de acontecer. Agora, na minha opinião, pelos filmes que eu já vi, A Origem merece levar a estatueta. Nolan nos levou numa viagem de 2h30 que nunca sonhamos (literalmente)! A Origem é um dos filmes mais inventivos que eu já vi e com certeza um dos mais bem feitos e tem todos os requisitos para ganhar o prêmio. Seguindo as ultimas premiações de fato, quem tem ganhado mais prêmios mesmo (e não apenas indicações) é O Discurso do Rei e A Rede Social, então a dúvida mesmo fica em cima desses dois. Ainda temos Bravura Indômita, refilmagem do clássico western pelos Coen, que como todo ano marcam presença na cerimônia. Muitos dizem que o filme está muito bom, então temos aí mais um grande candidato. Os outros indicados estão ali para fazer volume, mas acredito que são filmes no mínimo interessantes para se ver, como a divertida comédia Minhas Mães e Meu Pai.

Diretor:

· Darren Aronofsky (Cisne Negro)

· David O. Russel (O Vencedor)

· Tom Hooper (O Discurso do Rei)

· David Fincher (A Rede Social)

· Joel e Ethan Coen (Bravura Indômita)

Não entendi como Nolan não entrou na disputa, ele fez um brilhante trabalho em A Origem, foi muito difícil idealizar e colocar em pratica aquilo tudo, mais do que merecia ao menos uma indicação! Mas vendo por um lado, em A Origem não temos nenhuma grande interpretação, coisa que a academia atribui mais a direção, o que justifica sua ausência na lista. A grande briga acho que fica entre Aronofsky (já tem minha torcida) e David Fincher. Os outros aparentemente não têm tanta chance. Legal ver que os Coen foram indicados mais uma vez, a Academia gosta muito do estilo deles.

Atriz

· Annette Bening (Minhas Mães e Meu Pai)

· Nicole Kidman (Rabbit Hole)

· Jennifer Lawrence (Inverno da Alma)

· Natalie Portman (Cisne Negro)

· Michelle Williams (Namorados para Sempre)

Não tenho dúvidas que a Natalie Portman irá levar o prêmio, mas não devemos desmerecer de modo algum a grande atuação de Bening que está ótima em Minhas Mães e Meu pai. Quero muito ver esse filme da Nicole Kidman, gosto muito dela, mas acho que não deve superar Portman pelo que estão dizendo.

Ator:

· Javier Bardem (Biutiful)

· Jeff Bridges (Bravura Indômita)

· Jesse Eisenberg (A Rede Social)

· Colin Firth (O Discurso do Rei)

· James Franco (127 Horas)

A atuação de Jesse Eisenberg me impressionou bastante, ficaria feliz se ele saísse com o prêmio, mas pelo que falam Colin Firth levará a noite fácil! Javier Bardem aparece nos indicados mais uma vez, o cara é realmente muito bom ator, um verdadeiro monstro. Jeff Bridges, o ganhador do ano passado, foi indicado novamente, seu papel em Bravura Indômita é bem forte, quero muito ver como ele está. Será muito engraçado se James Franco levasse (acho difícil) porque ele é um dos apresentadores do Oscar desse ano. O que não vão faltar são piadas, com certeza

Atriz Coadjuvante

· Amy Adams (O Vencedor)

· Helena Bohan Carter (O Discurso do Rei)

· Melissa Leo (O Vencedor)

· Hailee Steinfeld (Bravura Indômita)

· Jacki Weaver (Animal Kingdom)

Esqueceram da Mila Kunis que teve um ótimo desempenho em Cisne Negro, mas enfim, quem deve levar é Melissa Leo ela tá irreconhecível no papel, sendo de uma realidade incrível! Não gosto muito da Amy Adams, a atuação dela é só boa, nada muito a exclamar. Bohan Carter é uma das minhas atrizes preferidas, deve ter feito um trabalho muito bom em Discurso. Hailee Steinfeld é a atriz mirim que o Oscar todo ano faz questão de prestigiar, mas o que intriga é ela não ser indicada como atriz principal, ela que tece toda a trama de Bravura Indômita, ela é a personagem principal, mas por ser jovem, entra como coadjuvante, é foda!

Ator Coadjuvante

· Christian Bale (O Vencedor)

· John Hawkes (Inverno da Alma)

· Jeremy Renner (Atração Perigosa)

· Mark Ruffalo (Minhas Mães e Meu Pai)

· Geoffrey Rush (O Discurso do Rei)

Pra mim Bale sempre foi um ator meio canastrão, gosto dele por ter sido o único que tenha encaixado bem no papel de Batman, mas de qualquer forma não levava muita fé. Depois de ver O Vencedor calei a boca, o cara deu um show de espontaneidade e destreza na atuação, incorporando com perfeição um cara real. Geoffrey Rush é um grande ator, e todos falam que está ótimo em O Discurso, mas não deve levar não. Gosto muito do Mark Ruffalo, mas ele está do mesmo jeito que nos outros filmes dele: o cara legal, simpático com tiradas engraçadas; sendo assim não merece a estatueta.

Roteiro Original

· Another Year

· O Vencedor

· A Origem

· Minhas Mães e Meu Pai

· O Discurso do Rei

Vamos a uma pequena reflexão de nomenclatura. Roteiro ORIGINAL. Se trata de um roteiro de filme que seja diferente, que tenha uma história que esbanje originalidade, ou seja, que seja um filme impar, com situações diferentes, concepções diferentes, isso, lógico, sem pirar o cabeção, não é contando a história de um tomate pirata que viaja pelas galáxias em busca do último big Mac que se ganha um Oscar de roteiro original. Pois bem, depois dessa aula, olhem para os indicados e sejam sinceros, qual deles realmente se encaixa na descrição de roteiro original que eu dei? A ORIGEM tem que levar pelo menos esse Oscar! Nolan criou um novo mundo a partir desse nosso mundo apenas introduzindo uma idéia diferente na nossa cabeça, isso é mais que genial, é soberbo, é espetacular, é estupendo! Realmente ficarei puto se qualquer um desses outros levasse, eles são bons, não tenho dúvida, e com certeza são originais, mas nem se comparam ao feito de Inception! No final quem leva é O Discurso do Rei ¬¬

Roteiro Adaptado

· 127 Horas

· A Rede Social

· Toy Story 3

· Bravura Indômita

· Inverno da Alma

Quase total certeza que A Rede Social leva essa parada. Os críticos disseram que o maior feito de Fincher foi transformar o chatíssimo livro Bilionários por Acaso num filme divertido de se ver, então acho que ele levará o prêmio. Agora, um amigo meu que leu e viu o filme disse que ficou ruim, alguns fatos foram distorcidos para criar o clima da história e tal e isso tirou a realidade do contexto, então fica a dúvida. Eu não me meto por não ter lido.

Animação

· Como treinar seu dragão

· O Mágico

· Toy Story 3

Nem vou dizer nada, é Toy Story 3 na cabeça!

Nas questões técnicas não farei comentários profundos para evitar a repetição, mas meus votos já vão praticamente todos para A Origem, exceto trilha sonora, que mesmo sendo um trabalho excelente do mestre Hans Zimmer não é melhor que a de A Rede Social, nunca vi uma trilha tão enérgica e conectada ao filme assim. Depois, quando já tiver visto a maioria dos filmes indicados, posto todos os meus votos.

A medida que eu for vendo os filmes indicados eu vou postando as analises no blog, igual ano passado, até chegar perto do dia da premiação, onde darei meu veredito final sobre o assunto, e no grande dia é claro, podem contar com meu live no Twitter (@Pedro_Tafuri). Mal posso esperar pelo orgasmo…

Anúncio